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terça-feira, setembro 18, 2007

ANDRÉ BRITO II

Revolucionários Africanos

Revolucionários Africanos

Durantes centenas de anos, o imperialismo europeu saqueou povos e se apoderou dos recursos naturais de diversas regiões do continente africano. O legado deixado por esta absurda exploração, resultou para milhões de pessoas daquele continente, em miséria, fome, doenças, guerras civis, rivalidades étnicas, ditaduras e dependência econômica, até os tempos atuais.

Porém, há que se lembrar dos mais ilustres filhos da África, aqueles que lideraram um processo de resistência contra o colonialismo, a partir das décadas de 1950, 60 e 70. Nomes como Patrice Lumumba, Amílcar Cabral, Agostinho Neto e Steve Biko são imortais. Eis um pouco da história deles:

Patrice Lumumba

: Líder nacionalista africano e expoente da independência da atual República Democrática do Congo, liberto em relação à Bélgica. Fundou o MNC (Movimento Nacional Congolês) em 1958, sendo Primeiro-Ministro do país de junho a setembro de 1960. Passadas apenas dez semanas após sua eleição, seu governo foi derrubado, num golpe de estado e este herói vem a ser preso e assassinado sob tortura, em janeiro de 1961 pelas elites tribais apoiadas pela CIA dos EUA.

Amílcar Cabral

: Formado pelo Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa, funda o PAIGC - Partido Africano para a Independência da Guiné e do Cabo Verde, em 1959. Quatro anos mais tarde, em 1963 se inicia o processo de guerrilha de libertação nacional contra o colonialismo de Portugal. Em janeiro de 1973, Amílcar Cabral é assassinado na capital Conacri, por dois membros inimigos inflitrados de seu próprio partido. Após sua morte a luta se intensifica e a independência de Guiné-Bissau é proclamada em Setembro do mesmo ano.

Agostinho Neto

: Médico angolano, formado em Lisboa, que em 1975 se tornou o primeiro Presidente de Angola até 1979. Ganhou em 1976 na União Soviética o Prêmio Lênin da Paz. Desde 1962, foi presidente de honra do Movimento Popular pela Libertação de Angola (MPLA), guerrilha marxista-leninista que lutou até a vitória contra o colonialismo de Portugal.

Steve Biko

: Líder do Movimento de Consciência Negra da África do Sul, morreu sob tortura, enquanto estava preso pela polícia sul-africana em setembro de 1977. Disse Nelson Mandela sobre ele: "Eles tinham que matá-lo para prolongar a vida do apartheid".

Eis agora um trecho de um poema de Agostinho Neto:


O Choro de África



O choro durante séculos
nos seus olhos traidores pela servidão dos homens
no desejo alimentado entre ambições de lufadas românticas
nos batuques choro de África
nos sorrisos choro de África
nos sarcasmos no trabalho choro de África


Texto por
ANDRÉ BRITO

sexta-feira, agosto 17, 2007

ANDRÉ BRITO I

Sobre a Guerra do Iraque

Vivenciamos há 4 anos, certamente, um dos maiores crimes da humanidade. Já passam dos 700 mil o número de iraquianos vitimados pela bestialidade imperialista norte-americana, que vem perdurando de 2003 a 2007.
Com o pretexto mentiroso da presença de armas de destruição em massa no Iraque, o governo fascista de Bush dos EUA, invadiu aquela nação, derrubou o regime de Saddam Hussein e se instalou lá. Desde então, detendo a maquinaria de guerra mais forte do planeta, os yankees vem promovendo um verdeiro genocídio contra homens, mulheres, crianças e idosos iraquianos. Assim, eles sim, os norte-americanos é que estão utilizando armas de destruição em massa, através de bombardeios, despejo de napalm em cidades, fora a violação de direitos humanos e da violência individual contra cidadãos do Iraque. Igualmente, vem ocorrendo também por parte dos invasores, o acirramento do ódio entre os grupos islâmicos sunitas contra xiitas e a permissão do saque de tesouros arqueológicos da Mesopotâmia, um crime histórico e algo asqueroso. E toda essa covardia e genocídio tem um motivo principal, que é a elite norte-americana se apoderar das reservas de petróleo e dos recursos naturais do Iraque.
Entretanto, há a heróica resistência do povo iraquiano, que não desiste e luta contra os invasores de seu país com orgulho e até a morte. Já chega perto dos 4 mil, o números de caixões mandados de volta para os EUA, entre soldados e oficiais abatidos, pelos libertadores da nação Iraque.

Viva a Gloriosa Resistência do Iraque e também do Afeganistão! Abaixo o Imperialismo!


ANDRÉ BRITO

sábado, abril 14, 2007

ANDRÉ B. COSTA I

Parabenizando La Carta Entrelinhas, espaço cultural e democrático (atualmente algo raro), eu, ANDRÉ B. COSTA, de Niterói – RJ, gostaria de colaborar com:

MAIS UM PLANO DELES


Segundo o Tio Sam, a criação do chamado "Plano Colômbia” tem como objetivo acabar com a produção de entorpecentes existentes naquele País. Alegam eles, que boa parte da droga, lá produzida, penetra em território norte-americano para abastece o tráfico nas famosas “big cities”. Assim, embasados em tal alegação, os governantes dos EUA, junto a Central de inteligência americana (CIA), vem injetando muita grana no governo colombiano e capacitando altamente, através de treinamento, o exercito daquele país. Contudo, todo esse circo montado, vem encobrir a principal razão pela qual os EUA, mais uma vez, se intromete nos assuntos internos de nações da América Latina (a qual considera seu quintal): o temor pelo crescimento das FARC – forças armadas revolucionárias da Colômbia. Por sua vez, esta é uma poderosa guerrilha de orientação Marxista-leninista que atualmente ocupa 40% do território colombiano e conta com cerca de 15 mil combatentes, entre homens e mulheres. O imperialismo yankee, pra variar, sempre incomodado pela “ameaça vermelha”, usa de inúmeros artifícios com o propósito de caluniar e denegrir a imagem da guerrilha; chegando ao inescrupuloso ponto de contratar mercenários para matar civis inocentes, numa tentativa de jogar a culpa nas farcs.
Os meios de comunicação, comprando o discurso dos estados unidos, o que é algo explicável, já que são de propriedade da classe dominante, veiculam toda a farsa a respeito dos guerrilheiros colombianos.
Contrapondo-se energeticamente a isso, resta a nós, do setor estudantil da sociedade, denunciar a verdade à grande massa, no caso, brasileira, explicando a esta que a luta empreendida pelos combatentes das FARC tem como meta a libertação do nocivo sistema capitalista, explorador e opressor.

André B. Costa.

quarta-feira, dezembro 20, 2006

JOÃO CARLOS I

VILA JOANA, IDOLATRADA SALVE, SALVE.

As marginais do rio estavam pacificamente serenas. O Sol em raios esplendidos que levavam ao Céu o brilho do dia. O dia que o heróico povo gritará por autonomia mundi.

Ação que deixou seus próprios peitos como alvo para a assassina e repressora morte. Pediam salvação e aplausos a uma pátria que haviam de aceitar como sua própria Mãe amada. Tudo era objetivo disfarçado de sonho. Uma esperança de liberdade que trazia a sensação de uma ilustre aprovação.

A natureza manteve-se vasta, até mesmo quando de forma grotesca exploraram nosa maior riqueza natural para transformar em produtos comerciais e artificiais.

Massacres pararam...

Massacres que ainda insistem em nos ter como vitimas. Nada disso consegue ofuscar o brilho do nosso lar.

Ó Brasil ! terra sacana do carnaval, talento infinito do nosso futebol rasteiro. Turismo de até antes às belas praias, entre outras muitas colonizadas e saqueadas, Pátria Amada Brasil !

Seus filhos poderosos e muitos leigos apenas assistem.

Vivemos em uma terra penhorada e condenada a imensa indignação. Somos vitimas da bomba do analfabetismo. Engravatados mercenários fizeram com que atualmente o Brasil seja um substantivo derivado de CASA DA MÃE JOANA.

Idolatrada.

Salve, salve.

Salve Chico Mendes que morreu por nossas matas e bosques que cada dia possuem menos vida.

Ilha de Vera Cruz, que o o que mais existia eram Índios, ouro e pau. Hoje pós-quinhetos anos de indefinições, faço votos:

Que a justiça não volte a ser uma clava primitiva, mas torne-se justa a favor dos inocentes, que nossos verdadeiros heróis não venham mais sofrer homenagens como: enforcamento, tortura, exílio e outros atos de total ingratidão. Que a Republica seja Mãe da Liberdade e Democracia, que os que governam venham ter inspirações vitoriosas como um dia tiveram muitos ilustres brasileiros. Brasileiros de virtudes que existiam e outros que ainda existem, mas que infelizmente são ocultados por si próprios, por valorizarem ma ali do que aqui.

Aqui! Aqui é Brasil. Brasil é aqui.

Aqui, planta terra, uma bandeira de muitos donos, muitas raças, Nação Humana, Nação Brasil.

Ame-o ou Deixe-o

João Carlos Ribeiro

sexta-feira, abril 28, 2006